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O que eu aprendi lutando karatê

O que eu aprendi lutando karatê

Eu me chamo Matheus e nesse artigo eu vou falar um pouco sobre o que eu aprendi lutando karatê.
Eu não lutei por muito tempo, para ser sincero. Mas o ano de 2012 inteiro foi dedicado em grande parte ao treino desta arte marcial.
Meu sensei (mestre) era um homem muito rígido e dava aulas para um grupo considerável de crianças e jovens.
Antes das aulas fazíamos exercícios de aquecimento, acompanhados pelas ordens do sensei. Depois fazíamos os exercícios da arte: socos, chutes e kata, que é uma espécie de coreografia essencial à técnica.
Às vezes aconteciam lutas amistosas. O clima geral era de muito respeito entre os praticantes. Ninguém machucava ninguém.
Em tudo o que fazíamos era necessário manter uma postura. O karatê ensina que não podemos fazer as coisas de qualquer jeito. Isso exige uma disciplina constante.
Há uma certa postura que, dizia o sensei, poderia nos manter de pé num ônibus em movimento. Era importante manter os pés firmes no chão.
Na época eu não pensei muito, mas hoje eu vejo a filosofia implícita na prática. Ter postura, cuidado e manter os pés no chão são valores fundamentais.
Mesmo após anos sem praticar, vejo que estou preservando os ensinamentos do sensei.
Além dos movimentos da arte, aprendemos com o karatê a respeitar aqueles que nos ensinam um novo saber.
O saber é transformador. Aprender uma arte e uma filosofia nos muda em muitos pontos e sempre para melhor.
Por isso, não se trata apenas de aprender a se defender e desenvolver o corpo. Se trata também de aprender a habitar o mundo de uma outra forma, a se relacionar com o ambiente e com o outro.
De maneiras diferentes, todas as artes nos ensinam a viver bem, a dar uma direção e um sentido para a nossa realidade.

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